Dividindo e construindo

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Confesso que faz tempo que não apareço por aqui, o importante é voltar mesmo que demore dias ou alguns meses…rs

Os meses se passaram e algumas mudanças aconteceram, venho enfrentando novos desafios na vida profissional com a perda auditiva, uma delas é a mudança de emprego o que acarretou muitas coisas novas na minha vida, inclusive o uso de aparelho auditivo em situações que antes eu não tinha vontade nenhuma de colocar.

Não vem ao caso descrever minhas atividades, mas quero ressaltar que não imaginava que aguentaria passar tantos dias seguidos com meus “amigos” em meio a tanta barulheira e os mais diversos tipos de sons. Vale ressaltar que mesmo que eu usasse os aparelhos auditivos, eu sempre os retirei em situações desse tipo, até porque a gente não escuta nada além do “mix de sons”, porém emprego novo, contato direto com novos gestores, conhecendo sua nova equipe de trabalho…achei que não pegaria nada bem forçar uma tentativa sem meus amigos. Participei de palestras durante o dia e”  UAU, como os meus amigos ( benditos aparelhos auditivos) me ajudaram”, uma salva de palmas pra eles….rs

Nada mais justo que depois daquele dia exaustivo você retirar os amigos para dar um descanso ao seu par de orelhas…hehe então me deparei com o silêncio barulhento e resolvi registrar as idéias, novidades, dar um alô geral no meu blog.

Em meio ao silêncio encontrei assuntos perdidos e que deixei passar ao longo dos meses, aliás, diga-se de passagem momentos que marcaram demais minha vida. Um deles, afinal não foi só a vida profissional que mudou, e eu diria que o principal é que eu me casei como todas as moças (ou quase todas) sonham em se casar. A vida deu aquela guinada de véu e grinalda…quase que no sentido literário mesmo, só faltou a grinalda…rs

E então você se pega pensando no quão bom Deus tem sido, ainda que eu seja imerecedora das graças d’Ele, o Senhor é bom. No meio de tanta gente chata e sem nenhuma graça, parafraseando a Marisa Monte, eu encontrei meu par.

Você passa a descobrir coisas que o namoro não conta e quando digo isso penso no lado positivo da questão, como por exemplo, o privilégio de ter alguém com o qual dividir o travesseiro para chorar as “pitangas” e contar as alegrias do seu dia. Outra coisa, você descobre manias, sim manias e maneiras, de comunicação que jamais pensou que existia…você também descobre que o edredom não pertence mais somente a você,  então sua mente cria estratégias para não perdê-lo sorrateiramente a noite…e mesmo sabendo que isso pode acontecer, você aceita dividir seu edredom e até faz a gentileza de verificar se seu cônjuge está alinhado ao macio e querido edredom (as vezes me sinto como aquele personagem do Snoopy com seu paninho).

Enfim, você descobre que casamento não vem pronto, vem com as peças iniciais como um quebra-cabeça o qual é necessário construir, encaixar peça a peça até o ajuste perfeito.

O mais importante de tudo, é você descobrir que o maior interessado no sucesso é o Criador dos Céus e da Terra e Ele está ali pronto a te abençoar e prover tudo aquilo que for necessário para uma boa construção. Deus é o arquiteto do amor. Valeu a pena acreditar.

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Doces lembranças

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Hoje acordei nostálgica, com lembranças doces da infância.
Tempos atrás uma amiga marcou-me num vídeo de reflexão que retratava as coisas simples da vida. O vídeo atingiu seu objetivo, fazendo-me refletir.
Curioso como nosso cérebro tem o poder de armazenar as memórias olfativas. Aquele cheirinho de chicletes de tutti-frutti, a balinha 7 belo, maçã verde e até aquelas que quase nos matavam engasgados.
O cheiro de salgadinho no intervalo da escola, o mingau de chocolate feito em casa e até o cheirinho da árvore que você via todos os dias.
Minhas melhores lembranças tem a ver com as coisas mais simples da vida, a primeira pipa que consegui fazer levantar voo (coisas do meu pai), o sorvete de chocolate na casquinha, os passeios com meus pais e mais um monte de blá blá blá.
Sinto saudade de chegar da escola e me jogar no sofá pra assistir sessão da tarde com a companhia da pipoca, sem preocupação com o relógio, aliás, se é que havia alguma era em limpar a bagunça antes da minha mãe chegar do trabalho.
O que escrevo não é pra fazer nenhuma alusão a geração de hoje, muito menos apologia em relação ao uso da tecnologia, é simplesmente uma constatação de que as coisas simples é que nos trazem alegria.
É, de vez em quando (todos os dias) percebemos que saímos do “País das Maravilhas” e mudar de fase faz parte de todo amadurecimento. Isso não nos impede de olhar com nostalgia relembrando alguma fase vivida. Voltar pra lá não dá mais e nem seria mais da mesma forma, a verdade é que a fase muda de dentro para fora, nós mudamos e consequentemente as coisas mudam ao redor.
E que ainda assim, as coisas simples da vida nunca deixem de ser vividas e que mesmo diante das mudanças que a vida nos propõe a criança da infância possa existir em alguma cena, em algum cheiro ou algum lugar.

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Um dia qualquer

Quando o hábito de escrever resolve tirar férias fica mais difícil o retorno, a gente fica sem saber por onde começar.

Digamos que esses dias não tenham sido fáceis pra mim, algumas decisões que precisam ser tomadas e que definirão o rumo de algumas coisas. Meu lado racional anda brigando com o emocional. Talvez seja uma variável do silêncio barulhento, na verdade bastante barulhento. Eu diria que o pior barulho é aquele que está dentro da alma. Bom, vamos deixar isso pra lá e ir de fato ao que interessa.

Descobri esses dias uma loja de aparelhos auditivos na minha cidade e resolvi ir lá após algumas excelentes recomendações. Levei meu aparelhinho pra fono dar uma revisada e pra minha surpresa: o aparelho não estava configurado para minha perda auditiva. Hã? Hein? Cuma? Pois é, não sei o que houve ao certo, se foi alguma falha quando fizeram minha audiometria, se foi falha no aparelho que regula ou se foi falha profissional. Após a nova regulagem deu uma diferença absurda (pra melhor), comecei a ouvir ainda mais sons, até aqueles em outros ambientes (novidade pra mim, pois só entendo o que alguém fala olhando pra mim). Achei ótimo o atendimento e assistência e ganhei ainda uma audiometria. Pra quem ficou curioso querendo saber o lugar, http://www.audiumbrasil.com.br/pt/ .

Super recomendo se você fizer uso de aparelhos da Phonak assim como eu. Veja qual é o mais perto da sua região e corre pra lá.

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A arte de viver

Vive-a-vida-intensamente

Novamente escrevendo, revivendo e trazendo à tona o melhor que há em mim.

Amo a arte em suas diversas facetas, em qualquer formato em que seja.

Há arte para todos os gostos e idades, seja em forma de desenho, de poesia, seja o simples prazer em contemplar uma bela melodia, seja ao acordar e contemplar a vida, seja ao dormir ao som da lua, seja executando de forma arteira ou meramente contemplando, simplesmente seja…

O mundo precisa de amantes da arte, quem sabe assim torne-se mais leve e quem sabe mais colorido. A arte nos faz viver, preenche nosso ser, viver é uma arte.

Imagino como foi o Criador dando as primeiras pinceladas no mundo, escolhendo cada detalhe, cada som, cada letra, cada paisagem e dando vida a cada tintilar do encontro de suas mãos e a obra sendo criada.

Sim, posso imaginar como foi, tenho o direito de imaginar de acordo com aquilo que creio, que sonho, aliás, diga-se de passagem, a vida tem a cor dos nossos sonhos. E que cor tem seus sonhos?

Simplesmente seja o melhor que você puder ser, viva, cante, ame, contemple mais, escreva mais, agradeça e engrandeça o Dono da vida.

Faça de sua vida uma obra de arte gostosa de ser apreciada, não importa se nas entrelinhas ou em sua maneira sorrateira de viver, apenas viva, seja.

 

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Basta cada dia o seu mal

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Escrever me faz um bem enorme e é por esse e mais outros mil motivos que apesar da luta diária, correria do dia-a-dia eu sempre retorno por aqui. Escrever é como esvaziar o pensamento, é extravasar a alma e atravessar outras dimensões, viajando em seu mais íntimo ser.

Sinto-me exaurida diante de tantos afazeres e tão pouco tempo pra tudo. Os deveres de casa e fora dele só aumentam. As vezes tudo o que eu queria era ficar no silêncio do meu pensamento, ou melhor dizendo, com meu pensamento em silêncio.Tudo o que eu não queria era ficar no silêncio barulhento.

Não sabemos o que nos trará a luz do dia, mas podemos confiar no que diz o mais sábio dos livros, dito pelo homem que nos permite estar aqui hoje, Jesus: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mateus 6:34).

Dizer que é simples praticar tais palavras seria hipocrisia, ainda mais para uma pessoa ansiosa como a que escreve nesse momento, mas Ele não disse que seria fácil e sim que nos ajudaria. Lição que deve ser praticada diariamente, ainda que tudo pareça distante, ainda que tudo pareça contrário e que a vida nos aperte o peito e tudo nos leve a pensar que não tem mais jeito, ainda assim, devo olhar para os passarinhos que não semeiam, nem segam e nem ajuntam em celeiros e o Pai Celestial as alimenta, sustenta, provendo todas as necessidades diárias. As vezes tudo o que nos falta é a fé. Mas vamos olhar para todos os exemplos que nos cercam e ver nas mais alvas nuvens o sol surgindo detrás delas e se não surgir, saber que após a chuva surge o arco-íris.

Ao que tudo pode, tudo sabe e tudo vê, elevo os meus olhos e peço sabedoria para caminhar, paz ao coração e silêncio para o pensamento.

 

Graça e paz!

L.

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Ouvindo com o coração

Diante de tanto barulho, da correria, dos afazeres diários eu me pego pensando que a melhor maneira de ouvir é com o coração.

Dia desses, eu estava voltando do trabalho dirigindo e com a mente “viajando”. Era a noite, um dia chuvoso e a lanterna do carro estava ligada. De repente pintou aquela dúvida: Será que a lanterna está mesmo ligada?! Conferi no dispositivo do carro e sim, estava ligada. Pensei comigo mesma: nossa, nem parece que a lanterna está acesa, a rua está tão iluminada que praticamente não faz diferença. Então, como teste rápido resolvi desligá-la. Espantei-me com a escuridão pela qual ficou o carro na rua. E “ouvi” uma voz que dizia ao meu coração:” Assim é Deus nas nossas vidas, nem sempre estamos vendo a sua luz trabalhando em nós, mas ela está ali…experimente desligá-la para a ver a escuridão na qual você ficará.”

Segui pensando, meditando naquilo que minha mente pensara e meu coração traduziu. Ele tem razão, Deus é a minha luz, a sua, a nossa, mesmo não vendo Ele está ali, tão importante, ou melhor, fundamental e muitos só o percebe em dias escuros.

Que sejamos mais gratos a Deus, pelo dia, pela vida, pela luz e pela presença d’Ele diária em nossas vidas.

Quando o ouvido humano não conseguir ouvir, ouça o que diz o coração.

 

Graça e Paz!

 

L.

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Ele voltou

Tenho estado tão atarefada com os compromissos do dia-a-dia que quase não tenho conseguido passar por aqui. Além de farmacêutica, agora sou professora também, os afazeres se acumulam e temos que priorizar as responsabilidades em primeiro lugar.

O tempo tem passado tão depressa que só agora me dei conta de contar o desfecho da “viagem” do meu aparelhinho. 

Há mais ou menos 1 mês e meio, estou eu em casa e toca a campainha: Correio. Gente, que alegria! Mas a funcionária do Correio não demostrou a mesma empolgação.

– Boa tarde, disse eu.

– A moça respondeu: Assine aqui por favor e $%#@%% , ou seja, não entendi quase nada do que ela falou.

– Eu: Por gentileza, você pode repetir? Ela, nessa altura do campeonato já tinha aumentado em dois tons a voz, dizendo, ou melhor, gritando: ASSINE AQUI E COLOCA SEU RG. 

-Eu: Sim, pois não. Olha moça, você precisa ser mais calma, se continuar nervosa assim não vai chegar ao fim do expediente.

-Ela: É, não estou bem hoje.

-Eu: Muito obrigada, viu. Deus te abençoe.

Quase disse a ela, você sabe o que tem aí dentro dessa caixinha?! Não, não sabe. Aparelhos auditivos um “testador de paciência ao próximo”. Afinal, poucas pessoas tem a paciência em repetir as palavras, as frases e assim por diante. Assim é a vida, encontramos pessoas que acordam de bom humor, outras que o perdem no decorrer do dia. Mas de que me importava? Meu aparelho chegara! Woohoo! 

Esperei tanto a volta dele, ufa, eu nem estava acreditando no retorno.

Sabe o que a gente aprende com isso? a tomar mais cuidado, a pensar duas vezes antes de colocar a pilha no aparelho e no que diz respeito a moça do Correio, nem sempre estamos num bom dia para atender alguém, mas paciência deve ser uma virtude trabalhada diariamente, principalmente no que se diz respeito a tratar ao próximo. Não sabemos quem está do lado de lá. 

 

 

 

 

 

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Zumbido no ouvido

Entre um intervalo e outro, resolvi falar um pouco sobre os zumbidos no ouvido que acredito eu, todos os que tem perda auditiva tem. Um problema que tem afetado pelo menos 15% da população, sendo 80% causado por perda auditiva.

Diariamente, eu convivo com zumbidos nos meus ouvidos, tendo em vista que minha perda é bilateral. Como são esses zumbidos? acredito que isso varia de pessoa pra pessoa, no meu caso (estou pensando na onomatopeia mais próxima do que eu sinto) parece que tenho uma panela de pressão, aquele som emitido por ela quando a mesma está com pressão “tchiiiiii”, bom não é mas posso dizer que quase nem lembro desse zumbido contínuo, acho que já me acostumei. Difícil mesmo é quando o zumbido se acentua em alguns períodos do mês, como por exemplo, próximo ao período menstrual ou quando não durmo muito bem.

Tenho visto muitas pessoas se queixarem do zumbido do ouvido na Farmácia (lembrando que sou farmacêutica) e sempre com dificuldade em se adaptar ao barulhinho. Talvez não haja uma solução definitiva pra isso, mas há algumas coisas que podem melhorar a situação. Eu sempre recomendo que a pessoa procure o médico para investigar a causa do zumbido, se é por perda auditiva ou problemas neurológicos. Como farmacêutica não posso prescrever nenhum medicamento, mas posso orientar a procurar o profissional adequado.

Sabemos que hoje em dia um dos medicamentos mais utilizados para tratar zumbidos no ouvido e outras coisas é o Gingko biloba, pois o mesmo ativa a oxigenação cerebral, melhorando a circulação sanguínea e consequentemente aliviando os zumbidos. Posso falar com propriedade desse assunto e vale ressaltar que não se deve tomar medicamentos por conta própria, embora seja fitoterápico (natural), ele tem sim efeitos colaterais, como por exemplo irritação estomacal, pode também interagir com anticoagulantes (há controvérsias em relação a isso, mas eu particularmente acho que pode interferir) podendo levar ao risco aumentado de sangramento, além de reações alérgicas dermatológicas.

Costumo sempre dizer que  com o zumbido você acaba aprendendo a conviver e quando se dá conta nem lembra mais que ele existe, mas para facilitar no mercado já existem alguns itens que auxiliam pessoas que não se adaptam de forma alguma ao zumbido. Exemplo  disso são travesseiros que emitem sons e até um aparelho sonoro que emite sons diferenciados de chuva, mar, riacho, etc. Segue o link para quem se interessar:  http://www.clinicaecoar.com.br/acessorios.php.

Se você lançar uma pesquisa na internet vai encontrar também técnicas com elétrodos. Particularmente não sei se funciona, não pesquisei a fundo e não conheço ninguém que fez. Caso você saiba de alguém com um bom resultado pode deixar seu comentário, é sempre útil a troca de informações.

Se você está passando por isso não desanime, aos poucos você vai encontrar a solução mais adequada ao seu caso. Lembrando que você nunca deve deixar de procurar o médico para diagnosticar o motivo dos zumbidos em seu (s) ouvido (s).

Com ou sem zumbido, o otimismo não pode deixar de existir!

L.

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16 de fevereiro de 2014 · 14:18

Trocadilhos

Pelo andar da carruagem, meu aparelho auditivo deve estar montado numa tartaruga e retornando de Bauru pra cá. Desde novembro estou aguardando o retorno do meu querido aparelhinho que por minha causa, já citado no post anterior, foi quebrado. Bom, tudo bem, a culpa foi minha, mas de quem é a culpa pela demora no SUS?! Eu já sabia que o sistema único de saúde andava em passos lentos, mas dessa vez ele está de “parabéns” (é claro que é ironia). Um texto cheio de trocadilhos e que esboça o trocadilho real que tenho feito no meu dia-a-dia. Alguém diz sim e você entende fim, alguém diz eu me chamo Saulo e você entende Paulo. Parece engraçado mas não é, isso coloca a gente em cada situação difícil que melhor mesmo é fazer de conta que você entendeu. Difícil é quando era uma pergunta e você não entendeu, consequentemente não respondeu e a pessoa fica aguardando sua resposta e então você vira e diz: desculpa, o que foi que você falou? 

É assim, se houver alguém com orelhas “equipadas” de plantão há de concordar comigo que não é nada agradável os trocadilhos que fazemos.

Mudando de assunto de pato pra ganso, ou melhor, de pato pra galo, hoje a minha companheira de trabalho comentou que estava ouvindo um galo cantar descontroladamente durante o dia. Por um tempo ficamos nos perguntando onde estava o galo, em que quintal ele estaria habitando. E como trabalhamos em um estabelecimento de saúde ficamos apreensivas, pensando que algum cliente poderia cogitar a ideia de que estamos criando um galo no quintal. Confesso que ri bastante com a história. Ela então me perguntou: você está ouvindo o galo cantar? Eu disse que não. Ela disse que sorte a minha. Será mesmo?! Não acho que eu tenho sorte por não ouvir um galo cantar, ainda que o canto dele estivesse acontecendo em momento inoportuno,eu gostaria de ouvir.

Hoje recebi a informação de que meu aparelhinho está voltando, parece que vem pelo correio  “sedex”, mas eu tenho minhas dúvidas…rs 

Quem sabe volto a ouvir o galo cantar, o gato miar e os demais sons oriundos do meio o qual eu convivo. 

Vem logo, carteiro!

 

L.

 

 

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Descobrindo novos sons

Por algum tempo da minha vida usei um fone de ouvido para ouvir músicas “não tão bom”, desses mais simples, que não entra no conduto auditivo, ele fica apenas na parte interna do ouvido , até o dia que meu noivo resolveu me dar um fone intra-auricular (espero que não tenha nenhuma fonoaudióloga de plantão hehe), então resolvi testar em uma música conhecida, a fim de detectar a qualidade do mesmo. Escolhi uma música de um grupo chamado The Piano Guys, muito bom por sinal, música instrumental de excelente qualidade. E qual foi minha surpresa? descobri que eu não ouvia todos os sons explorados na música. Eu sei que fone de ouvido não faz bem para minha audição, mas que mal tem ficar mais próximo do mundo exterior em baixo, porém perfeito som?! Talvez eu não esteja (na verdade não devo estar) ouvindo todas as notinhas musicais que alguém com audição perfeita ouviria normalmente, mas para alguém que ama a música descobrir, ou melhor, redescobrir os sons instrumentais é sensacional.
Agradeço a Deus pela minha audição, ainda que não seja perfeita, posso participar do mundo exterior utilizando de recursos palpáveis. Um simples fone de ouvido me trouxe de volta sons que eu já não ouvia mais.

Lembrando que, não se deve abusar dos fones de ouvido e nem de sons altos, portanto moderação é a palavra-chave.

 

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